quarta-feira, 11 de outubro de 2017

About last night: jogo Portugal-Suíça

Em relação ao futebol só vibro quando joga a Seleção Nacional. Não perco a parte do hino nem por nada e, claro, o meu jogador preferido é o Cristiano Ronaldo. Sou mega fã e não suporto quem diz mal dele... Tenha defeitos e qualidades como qualquer jogador (na minha opinião tem  mais qualidades, claro!), é português e representa muito bem Portugal onde quer que jogue, digam o que disserem. 
Ontem tive a sorte de ter bilhete (Obrigada L, apesar de não leres o meu blog) para poder ver, ao vivo e a cores, o jogo Portugal-Suíça para o apuramento para o Mundial 2018 na Rússia. Os lugares eram pertíssimo do campo, ótimos (vi o Cristiano bastante bem) e o ambiente no estádio espetacular.
A noite correu bem, ganhamos 2-O e estamos no Mundial 2018. Parabéns à nossa Seleção e a todos os portugueses que acreditam  e a apoiam! Rússia here we go!
No final do jogo, quem é que encontramos no estacionamento do estádio? A D. Dolores Aveiro, mãe do meu "querido" Cristiano. Perdi a vergonha e fui pedir à senhora para tirar uma fotografia. (Fiquei foi com o cachecol de Portugal do avesso... pormenores :) )
Foi a cereja no topo do bolo! 
Foi uma noite inesquecível! 







terça-feira, 10 de outubro de 2017

Relógios I: WATXandCo

Adoro relógios (tenho até demais)! 
Acho os relógios da WatxandCo fantásticos devido ao número de possibilidades de conjugações que existem e também pelos preços acessíveis: braceletes 13€ e mostrador 36,9€.
Com um mostrador e várias braceletes podemos fazer conjugações mais casuais ou mais arrojadas ou mais sóbrias, criando vários relógios mas não tendo de comprar vários.
Estes são os meus. A bracelete vermelha foi a minha última aquisição: o tom da bracelete é mais brilhante o que lhe dá um "toque diferente". 







37 anos, solteira, sem namorado e sem filhos: qual é o problema dela?

Dei este título a este texto porque é uma pergunta que as pessoas fazem, seja verbalizada e dirigida a mim, ou apenas o que pensam sobre mim dentro das suas cabecinhas.
Sei que 90% das pessoas (provavelmente até mais) consideram uma mulher na minha situação (37 anos, solteira, sem namorado, sem filhos) uma pessoa anormal (sim, já sei que o conceito de normalidade também não é propriamente objetivo, mas de qualquer das formas quem ler este texto entenderá a que me refiro).  
A verdade é que a minha geração; as minhas amigas e conhecidas da minha idade todas estão ou casadas e com filhos, ou casadas  ou com filhos. Também para mim é fácil questionar-me "Serei anormal? Terei algum problema?" Sinceramente não sei... Se esse problema existe em mim ainda não o identifiquei e se alguém o detetou também não mo disse. 
Tenho personalidade forte, às vezes mau feitio, sou teimosa, sou exigente; ou seja, tenho os meus defeitos e qualidades como qualquer outra mulher (acho eu), ou seja, não me parece que seja assim tão diferente de qualquer outra pessoa do sexo feminino. Por isso, a pergunta inevitável: porque não tenho eu um companheiro e filhos?
Acreditem que não é fácil ser um no mundo de dois ou mais. 
Sinto-me muitas vezes um bicho raro.
Quando conhecemos alguém, seja em contexto pessoal ou profissional, as perguntas (mais cedo ou mais tarde) são "És casada? Tens filhos? Quantos?". E eu, com cara sabe-se lá de quê (felizmente não me consigo ver) esboço um sorriso amarelo e digo "Solteira e sem filhos". 
Depois há aquela parte dos clichés (que adoro!!!!lol): "Há uma tampa para cada panela", "O que é teu está guardado e ninguém to tira", "Vais ver que quando menos esperares vai aparecer", "Quando tiver de ser será", "Já experimentaste os sites da net? Já experimentaste o tinder?", "Tenho uma amiga que já tinha 38 anos e foi não sei onde (a um evento qualquer ou no trabalho) e conheceu uma pessoa e já namoram há não sei quanto tempo, blá, blá, blá". Acham mesmo que eu vou nessas conversas? A sério?
Há também aquela parte da reação das pessoas relativamente ao meu desejo de ser mãe.  Normalmente, essas reações até vêm das pessoas que me são mais próximas, uma vez que não costumo falar desta situação com pessoas que não conheço bem, como é óbvio. "Hoje em dia as mulheres são mães mais tarde, ainda tens tempo", "Hoje em dia não precisas de ter um homem para seres mãe", "Porque não adotas?"
Parece que toda a gente tem uma opinião na ponta da língua para falar sobre a minha vida, mas e que tal se parassem para pensar em como me sinto ou em como se sentiriam se fosse com elas? Não é fácil colocarmo-nos no lugar do outro, mas tentar não custa. 
Eu penso "E porque não posso eu conhecer um homem de forma normal e natural, ao vivo e a cores, pessoalmente e construir com ele uma família também de forma normal e natural? Porquê?"
A normalidade, como já disse antes, é subjetiva, mas esta é a normalidade que desejo para mim e (ainda) não consigo entender porque não tenho direito a ela. Será que é pedir muito?

P.S. E quanto a formas de conhecer homens, não vou entrar em detalhes, mas posso dizer que já os conheci de várias formas; portanto também não tem sido por falta de tentativas. 


Para rir um pouco e aligeirar este texto :)



quarta-feira, 4 de outubro de 2017

"Romance em Amesterdão"

"Romance em Amesterdão" é o título do livro de Tiago Rebelo que acabei de ler.
Conta a história de amor entre Mariana e Zé Pedro. Conhecem-se em Amesterdão, passam algum tempo juntos, sem grande relação física, mas com uma ligação emocional fortíssima; tão forte que 15 anos depois, quando se reencontram em Lisboa, os sentimentos voltam (ou sempre ali estiveram, mesmo sem eles terem estado sempre 100% conscientes disso). 
Para quem acredita, como eu, que o tempo (que como já referi noutro texto, o tempo não apaga nada) e a distância por si só não apagam sentimentos; que há sentimentos que resistem a muitas mudanças nas nossas vidas; que se os sentimentos forem verdadeiros duram e mantêm-se, mesmo sem serem alimentados; aconselho-vos este livro.
Eu adorei! E sim, chorei que nem uma perdida, como costume, já sabem! 
Apesar de o final não ser o que eu esperava nem o que gostaria que tivesse sido, é um livro que recomendo porque o amor é muito mais complicado do que às vezes admitimos e às vezes, infelizmente, não basta amar. No entanto, como já disse, o amor é, também, muito resistente; não menosprezem o seu poder e resistência; para o bem e para o mal. 




domingo, 1 de outubro de 2017

Início do ano letivo: segundas impressões

Como tinha dito, brevemente voltaria a este tema. Não posso é dizer que tenha grandes novidades nem boas notícias.
As coisas mais positivas que aconteceram é que já tenho quadro em todas as salas, a maioria dos alunos já tem caderno, quase todos têm os livros de fichas e poucos têm o manual.
Continuo sem acesso a nada a nível de sumários ou de marcação de testes, sem conta de email, sem informações sobre reuniões e sem contactos de ninguém. 
I'm a ghost teacher... almost. 

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Cillit Bang: Bolor & Sujidade

Quem me conhece sabe que sou tudo menos fada do lar, detesto todas as tarefas domésticas (e até acho que não tenho o menor jeito para as mesmas), mas têm de ser feitas, certo? 
Por esse motivo, procuro sempre produtos que me facilitem a minha vida neste aspeto. Descobri o Cillit Bang sujidade e bolor e posso dizer que funciona mesmo. Passou a "habitar" a minha casa de banho definitivamente. :)