domingo, 3 de setembro de 2017

Quando se quer não há desculpas, há maneiras

Em Inglês diz-se "where there's a will, there's a way", ou seja, onde há vontade, há um caminho, isto é, quando queremos algo ou alguém, encontramos uma forma de conseguir alcançar o que queremos.
Quando queremos fazer algo ou estar com alguém é sempre possível encontrar uma forma de o fazer. No fundo, querer é poder. 
Quando não queremos, quando não há interesse, arranjamos desculpas: não tenho tempo, tenho muito trabalho, já tinha coisas combinadas, amanhã tenho de me levantar cedo, "ando a mil", hoje não consigo.
Quando há interesse e queremos mesmo, as coisas básicas passam a ser irrelevantes: comemos menos (ou não comemos), não dormimos (ou dormimos menos), fazemos mais quilómetros para encurtar a distância, o dia útil é como se fosse fim de semana. Quando há interesse não há desculpas, há soluções. E acreditem há sempre uma solução para quando há interesse, sempre!
Agora quando não há interesse, nem que a solução esteja a piscar em luzes neón não se vê!


Deixo-vos algumas frases que ilustram a minha opinião!









sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Desilusões

Desilusões. Quem  nunca as teve? Toda a gente.
Eu continuo a tê-las e adoraria saber como as evitar. Acho que tenho este ar e esta atitude de má, mas depois sou um coração mole.
As pessoas passam a minha "barreira" e depois têm e fazem o que querem de mim. E eu permito ...
Acredito que as pessoas são todas boas como eu, que não fazem as coisas por mal, que não são mal intencionadas, que são sinceras nas palavras e ações e depois não é assim. 
Desiludo-me porque me iludo.
Desiludo-me porque (ainda) acredito no ser humano.
Faço mal.
Construirei uma barreira ainda mais alta e mais forte para me proteger; e essa barreira só deixarei passar realmente quem mereça, quem mostre que é digno de estar na minha vida.
Infelizmente as pessoas não são todas boas e está mais do que na altura de eu perceber e aceitar isso. 


segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Look do dia #1

Ontem fui à festa de Sarilhos Pequenos em honra da Nossa Senhora da Graça. Deixo-vos aqui o look que escolhi para esse domingo de verão:










vestido Pimkie
Sandálias azuis escuras Oysho















óculos de sol Tommy Hilfiger



clutch Mango














pulseiras coloridas Bijou Brigitte



sábado, 19 de agosto de 2017

Unhas: cor(es) assiscada(s) :)

Faço gelinho há algum tempo no zen4us e a Andreia sempre tentou que eu arriscasse mais, experimentasse cores ou desenhos nas unhas. Em relação aos desenhos ainda não me convenceu; antes já conseguiu que eu fosse experimentando outras cores que não o vermelho (que é a minha cor de eleição para as unhas), mas as unhas eram sempre duma só cor, sem qualquer efeito. Ontem deixei a minha querida Andreia (minha esteticista de há muitos anos) experimentasse algo diferente nas minhas unhas das mãos: degradé rosa. 
Acreditem que, para mim, foi um grande passo aceitar este "desafio" de sair da minha zona de conforto e arriscar algo tão "arrojado" (sou sempre muito discreta).
 No final, gostei do efeito e do resultado, é uma experiência nova e só arrisquei porque confio mesmo muito no trabalho da Andreia. 


Aqui estão as minhas unhas "arriscadas" em degradé rosa:





Não deixem de visitar o espaço em Telheiras 
(Rua Mário Dionísio , loja 2)

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Uma "não resposta" é já uma resposta

Quando alguém não nos responde a uma mensagem, a um e-mail ou não retribui um telefonema, ou seja, nos dá uma "não resposta" , já está a dar-nos uma resposta. Já nos está a dizer que se "está a borrifar" para nós, já está a mostrar que não significamos nada, que o que dizemos é completamente irrelevante e o que possamos ou não pensar dele(a) não interessa minimamente. Basicamente mostram-nos que a sua vida continua sem qualquer problema sem nós e sem as nossas comunicações; que não fazemos qualquer diferença.
No meu caso, ignorarem-me assim é a pior coisa que me podem fazer. Prefiro que me mandem para um sítio feio ou "discutam" comigo do que ignorarem a minha comunicação e não me darem qualquer tipo de resposta. Acho isso uma tremenda falta de educação e de respeito e chega até ser cobardia por não se ter coragem de responder a algo que lhe foi escrito ou enviado.
Na verdade, ignorar a comunicação duma pessoa, fingir que não viu ou não recebeu nada é ter a atitude pior que se pode ter com alguém, é a total indiferença, como se aquela pessoa não existisse. É o sentimento menos digno que se pode ter por alguém. 
Tenho ainda um problema maior com estas coisas das "não respostas". Claro que percebo (também não sou assim "tão tapada"!) que o silêncio diz alguma coisa e que significa que eu não importo para essa pessoa. Mas eu sou comunicativa por natureza, gosto de verbalizar o que penso e sinto, acho que a comunicar é que as pessoas se entendem e as situações se resolvem; quando os outros não agem assim comigo, fico furiosa, ansiosa e chateada mesmo! Matuto cada vez mais no que escrevi e/ou enviei, começo a congeminar formas de fazer a pessoa responder-me, de falar comigo, de ter uma qualquer reação à minha comunicação. Claro que isso é o pior que se pode fazer a pessoas que usam o silêncio como resposta: exigir e pressionar. (Admito, já o fiz no passado e os resultados não foram os melhores, obviamente!)
Termino este texto com uma pergunta que eu , infelizmente, ainda não sei responder "Como aceitar o silêncio como resposta e não voltar a pensar no assunto e/ou na pessoa?"

Deixo-vos algumas frases sobre este tema que encontrei na internet e que "ilustram" o que escrevi.





terça-feira, 15 de agosto de 2017

Coisas do coração I

"To love. May it always find its way" (Ao amor. Que encontre sempre o seu caminho).
Ouvi esta frase num filme (daqueles lamechas e que, para românticas incuráveis como eu, nos fazem deitar uma lágrima, ou mais)  e desde então não me sai da cabeça.
Sempre em disseram que o amor chega quando menos se espera, que não se procura, que se encontra. Sempre achei estas frases um bocado vazias sem grande verdade, mas talvez seja mesmo isso, o amor há de encontrar-nos, mais cedo ou mais tarde. 
O que é realmente importante  é que o amor encontre o seu caminho, mesmo que este seja sinuoso, cheio de curvas ou de obras e desvios, mas que o encontre.
Parece-me que,  no meu caso, se o amor me encontrar será mais tarde do que mais cedo. Penso que deve ter o GPS avariado :) !
No entanto, também sei que o "que é meu está guardado", que a vida dá muitas voltas (e que continua a surpreender-nos) e não existem verdadeiros "nunca". 
Apesar de nem sempre acreditar nisto (tenho de admitir), acho que temos de manter a esperança de que o amor encontrará o seu caminho; porque o amor é o sentimento mais forte que existe e nenhuma dificuldade, por muito grande que seja, o impedirá de encontrar o seu caminho. 




http://pt.pixiz.com/frame/Caminho-do-coracao-2356589